domingo, 23 de janeiro de 2011
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domingo, 22 de agosto de 2010
Cartas
A carta é o elemento postal mais importante,é um meio de comunicação visual, constituída por algumas folhas de papel fechadas em um envelope, que é selado e enviado ao destinatário da mensagem através do serviço dos Correios.
((Definição segundo o site www.wikipedia.com.br))
Infelizmente as cartas são banalizadas hoje em dia. Tudo se resume na internet atualmente e a maioria das palavras perdeu o seu sentido. E acredito que as palavras tem poder sim; mas um poder muito maior quando escritas sobre um pedaço de papel e não em uma tela digital.
"Rio de Janeiro
Hoje é 23 do 3
Como vão as coisas
De mês em mês
Eu me sento pra escrever pra você
Eu reformei a casa
Guardo pra te dar
Vi alguns amigos
Tropeçando pela vida
Andei por tantas ruas
São histórias esquecidas
Que um dia eu quis contar pra você
Eu fico imaginando
Sua casa e seus amigos
Com quem você se deita
Quem te dá abrigo
Eu me lembro que eu já contei com você
E as pilhas de envelopes
Já não cabem nos armários
Vão tomando meu espaço
Fazem montes pela sala
Hoje são a minha cama
Minha mesa, meus lençóis
E eu me visto de saudades
Do que já não somos nós "
"Eu te amo"
( Hélio Consolaro* )
Marisa Monte canta uma música que se chama "Amor I love you". Os primeiros versos dizem: "Deixa eu dizer que te amo/ Deixa eu pensar em você". As pessoas mais preocupadas com a gramática me perguntam se não há um erro de uniformidade de tratamento, já que o primeiro verso trata o interlocutor de TE e o segundo de VOCÊ. Segundo a gramática tradicional, além desse erro há outro.
Em anúncios idílicos, nesta Folha, quando pessoas declaram seu amor publicamente, deparo com a expressão: "Você é a minha vida. Eu te amo muito." Mudar para "Eu a amo" ou "Eu o amo" é tirar a espontaneidade da mensagem.
Para não ferir os ouvidos dos puristas e nem artificializar o texto, opto por colocar a expressão "te amo" entre aspas.
Na verdade, "eu te amo" é uma expressão cristalizada, cheia de carga emotiva. Além disso, VOCÊ é o substituto de TU no português vivo. Na gramática tradicional, ficaria assim: Deixa-me dizer que te amo/ Deixa-me pensar em ti. Perderia todo o coloquialismo proposto pela música.
"Amor I love you" tem música e letra de Carlinhos Brown e Marisa Monte e termina com um trecho do livro "O Primo Basílio", de Eça de Queirós, lido por Arnaldo Antunes. Gente de boa formação. A música não é nenhum pagode de fundo de quintal. O "erro" foi intencional, como diziam os parnasianos: trata-se de uma licença poética.
Afinal, a primeira geração do Modernismo brasileiro (1922-1930) tinha como proposta aproximar a literatura da linguagem do cotidiano.
O outro erro. A construção DEIXA-ME DIZER QUE TE AMO é a única considerada certa pela gramática tradicional. Quando se têm os verbos MANDAR, FAZER, SENTIR, DEIXAR, OUVIR e VER seguidos de outro verbo no infinitivo, o pronome que aparece ali exerce duas funções sintáticas ao mesmo tempo. Ele é objeto direto do primeiro verbo (deixar) e é sujeito do verbo no infinitivo (dizer).
Segundo o lingüista Marcos Bagno, as pesquisas lingüísticas têm demonstrado é que "o português do Brasil, ao contrário do português de Portugal, dá mais destaque aos sujeitos das orações do que aos objetos. Na língua dos brasileiros, é muito comum apagar os objetos e explicitar os sujeitos. Na língua dos portugueses, é justamente o contrário: eles preferem apagar os sujeitos e explicitar os objetos. Essa é uma das muitas diferenças que existem entre a língua do Brasil e a língua de Portugal".
*Hélio Consolaro é cronista da Folha da Região, Araçatuba, professor de Português do Ensino Médio, autor de três livros e membro da Academia Araçatubense de Letras.
domingo, 8 de agosto de 2010
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A Quadrilha da Lagosta
(...) “Daí volta para a terra de novo, e... assim completa-se a primeira figura”, terminou a Falsa Tartaruga, repentinamente abaixando a voz; e as duas criaturas, que estavam pulando como dois malucos antes, sentaram-se muito tristes e quietinhas, olhando para Alice.“Deve ser uma dança muito bonita”, disse Alice timidamente.
“Você gostaria de ver um pedacinho dela?”, perguntou a Falsa Tartaruga.
“Claro, gostaria muito”, respondeu Alice.
“Venha, vamos tentar fazer a primeira figura!”, disse a Falsa Tartaruga para o Grifo. “Nós não podemos fazer isso sem as lagostas, você sabe muito bem. Quem iria cantar?”
“Oh, você canta”, disse o Grifo. “Eu esqueci as palavras.”
“Não dá pra ir mais rápido?” disse a enchova para o caracol.
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((Charles M. Schulz))

Às vezes eu estou acordado a noite e me pergunto, “A vida é um teste de múltiplas escolhas ou é um teste de verdadeiro e falso?” ...E então uma vez vinda da escuridão diz, “Odeio ter que dizer isso, mas a vida é uma redação de mil palavras.”
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
O Caçador de Pipas
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O Caçador de Pipas é considerado um dos maiores sucessos da literatura mundial dos últimos tempos. Este romance conta a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 70. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado.
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O amigo de Amir é um dos destaques do anual campeonato de pipas, que marca o início do inverno em Cabul.
Amir é campeão na competição e Hassan é um talentoso caçador de pipas, alguém que apanha as pipas caídas para exibi-las como troféus.
Em seus doze anos, Amir finalmente ganha a estima do seu pai por ter vencido a competição. Infelizmente, quando Hassan corre para apanhar a última pipa, ele encontra Assef. Amir vai a procura do seu amigo e acaba testemunhando Hassan sendo brutalmente violentado por Assef. Falta, a Amir, coragem para intervir e ele prefere manter seu conhecimento sobre o fato em segredo. No entanto, a culpa que ele passou a sentir perante à sua inatividade naquele momento, envenenava lentamente o seu relacionamento com Hassan.
No seu aniversário de treze anos, Amir recebe diversos presentes do seu pai e dos amigos deste. Entretanto, um deles é particularmente especial: um carderno em branco que ganhara do amigo e sócio do seu pai, Rahim Khan, para que ele escrevesse suas histórias.
Não podendo mais tolerar a presença de Hassan em sua casa, Amir prepara uma armadilha para seu amigo, escondendo dinheiro e um relógio de pulso sob o colchão de Hassan para incriminá-lo. Apesar de ser inocente, Hassan prefere confessar o roubo a complicar seu amigo. Ali se sente forçado a deixar a família, a qual serviu durante muitos anos, e se mudar para a remota Hazarajat, apesar dos protestos e lágrimas de Baba. Ainda que Amir nunca mais tivesse visto Hassan novamente, ele se vê constantemente atormentado por tê-lo traído.
Em 1980, Amir e seu pai deixam o Afeganistão, vão para Peshawar, no Paquistão, e, em seguida, para os EUA, escapando do novo regime soviética.
Em 1984, Amir e Baba estão morando em Fremont, Califórnia, EUA. Baba trabalha em um posto de gasolina e ganha um dinheiro extra vendendo sucatas em uma feira aos domingos, almejando pôr seu filho numa faculdade. Baba é diagnosticado com um câncer no pulmão. Amir conhece Soraya Taheri, com quem se casa mais tarde. Eles têm um casamento tradicional. Soraya se muda para a casa de Amir e cuida de Baba até ele morrer.
Os anos se passam. Amir embarca em uma bem-sucedida carreira como romancista. Ele e Soraya não podem ter filhos e relutam em adotar uma criança.
Em 1999, quinze anos depois da morte de Baba, Amir recebe um telefonema de Rahim Khan, que vivia em Peshawar. Amir viaja para o Paquistão para encontrá-lo. Rahim revela a Amir tudo o que aconteceu no Afeganistão depois da guerra civil.
Rahim se mudou para o antigo casarão de Baba, levando consigo Hassan, a mulher e o filho de Hassan, Sohrab. Dez anos depois, ele deixa Cabul e vai para o Paquistão. Hassan e sua mulher foram assassinados por um soldado taliban. Seu filho foi levado para um orfanato.
Rahim Khan pede a Amir que ele retorne ao Afeganistão para resgatar Sohrab. Para persuadi-lo, Rahim revela um segredo de família: Ali era estéril e Baba era o verdadeiro pai de Hassan, fazendo com que Amir e Hassan fossem meio-irmãos e Sohrab fosse meio-sobrinho de Amir.
Após relutar muito, Amir retorna a uma Cabul controlada pelo Taliban para procurar por seu sobrinho. Ele localiza o orfanato e é informado que o garoto fora levado por um oficial Taliban, que o usa como escravo sexual. Amir acha o oficial e pergunta por Sohrab, no entanto, o oficial é Assef. Eles brigam na frente do garoto e, se não fosse Sohrab ameaçando atirar no olho esquerdo de Assef com um estinligue e cumprido sua ameaça, Amir teria morrido.
Amir e Sohrab fogem para o Paquistão, onde ele decide adotar o garoto, mas encontra a oposição das autoridades americanas locais. Amir conta a Sohrab que talvez tenha de colocá-lo em um orfanato temporariamente. Com medo de receber o mesmo tratamento cruel que recebera no Afeganistão, Sohrab tenta o suicídio ao cortar seus pulsos. Amir descobre Sohrab a tempo, quando corre para contá-lo que sua mulher, nos EUA, encontrou uma forma de levar o garoto para a América.
O livro acaba com Amir e Sohrab de volta aos EUA. Sohrab está emocionalmente abalado e procura não falar. O dia de ano novo afegão é celebrado com uma competição de pipas, e Amir compra uma. Ele usa uma das antigas manhas de Hassan para derrubar uma pipa adversária. Nesse momento, um pequeno sorriso de Sohrab enche Amir de alegria: uma pipa voando foi o começo do descogelamento das emoções de Sohrab, e Amir, finalmente, se sente libertado da culpa que carregara consigo desde a infância.
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"As sem razões do amorEu te amo porque te amo.
e nem sempre sabes sê-lo.
domingo, 1 de agosto de 2010
A Menina que Roubava Livros
A Menina que Roubava Livros (no original, The Book Thief) é um romance do escritor australiano Markus Zusak, publicado em 2006. No Brasil, foi lançado em março de 2007 pela editora Intrínseca, e foi traduzido por Vera Ribeiro.Sendo narrada pela morte, o livro conta a história de Liesel Meminger, uma garota que se encontrou com a narradora diversas vezes ao longo de sua vida e foi observada pela curiosa colhedora de almas. Liesel Meminger foi adotada por uma familia alemã e sua familia colheu um judeu para poder ajuda-lo, Liesel conheceu atravez de Max Vanderburg o mundo dos livros e passava varia horas com Max no porao da sua casa. O pai de Liesel tenta ajudar um judeu durante uma caminhada e é advertido pelo soldado alemão soldado esse que agride Has Hubermann. Hans entao pede para que Max va embora pois os soldados viriam atras de Hans e entao pegariam Max. Liesel é apaixonada por seu amigo Rudy Steiner. Vivendo na Alemanha nazista, Liesel enfrenta vários desafios.
- Estou o lendo nesse momento! =)
Oscar Wilde
terça-feira, 27 de julho de 2010
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As Brumas de Avalon
Outros personagens são apresentados aqui como títulos, como a Senhora do Lago e o Merlin da Bretanha, que nessa versão deixam de ser personagens específicos para ser os títulos político-religiosos da matriarca e do patriarca dos celtas pagãos.
A homossexualidade, tanto a feminina quanto a masculina, também é superficialmente abordada na obra. Lancelote declara explicitamente seu amor e desejo por Arthur e, em algumas passagens do livro, é feita uma insinuação de que Morgana mantém relações com a sacerdotisa Raven.
A Senhora da Magia
A Grande Rainha
O Gamo Rei
O Prisioneiro da Árvore
Relacionados a esta obra, temos Queda de Atlântida (volume I e II), e Ancestrais de Avalon (póstumo e encerrado por sua colega), Casa da Floresta, Senhora de Avalon, Sacerdotisa de Avalon, Brumas de Avalon. No entanto, não foram desenvolvidos linearmente pela autora.
Como o leitor de Brumas de Avalon pode notar, Viviane, Morgana, Kevin -O Bardo, Mordred, Igraine e Uther já se encontraram em outra vida; o primeiro encontro se dá em Queda de Atlântida e estende-se por Ancestrais de Avalon, com a chegada dos atlantes à Bretanha. Em Casa da Floresta, novamente alguns personagens se cruzam em papéis diferentes.
O volume de Senhora de Avalon conta com uma extensão de Casa da Floresta, tendo aí uma visão mais aprofundada da vida na comunidade de Avalon, temos um salto na segunda história para a expansão do domínio romano na Bretanha (que segue-se no livro Sacerdotisa), fechando na terceira história o passado de Viviane, o que dá gancho para as Brumas. O romance Sacerdotisa de Avalon, explora a lenda de Santa Helena, mãe de Constantino, primeiro imperador romano (que tinha pais pagãos) e a escolha política da nova religião para o império. São livros independentes entre si, mas o bom leitor sente as ligações e compreende a complexidade narrativa desta autora famosa pela série Darkover, que segue esta linha de desenvolvimento.
Farsa de Inês Pereira
A Farsa ou Auto de Inês Pereira é uma peça de teatro escrita por Gil Vicente. Nela o autor retrata a ambição de uma criada da classe média portuguesa do século XVI.Toda a peça gira à volta da personagem principal, Inês Pereira, que nunca sai de cena. As didascálias são escassas, não há mudança de cenário, e a mudança de cena é só pautada pela entrada ou saída de personagens.
Entram então em cena dois casamenteiros judeus, e Inês se casa com um escudeiro, de sua graça Brás da Mata.
Este casamento depressa se revela desastroso para Inês, que por tanto procurar um marido astuto acabou por casar com um que antes de sair em missão para África, dá ordens ao seu moço - Fernando - que fique a vigiar Inês e que a tranque em casa de cada vez que sair à rua.
Meses após a sua partida, Inês recebe a prazerosa notícia de que o seu marido foi morto por um pastor. Não tarda em querer casar de novo e, nesse mesmo dia, chega-lhe a noticia de que Pero Marques continua casadoiro, de resto como ele havia prometido a Inês quando do primeiro encontro de ambos.
Inês casa com ele logo ali e, já no fim da história, aparece um ermitão que se torna amante da protagonista.
O ditado "mais quero asno que me carregue que cavalo que me derrube", não podia ser melhor representado do que na última cena da obra, quando o marido a carrega em ombros até ao amante, e ainda canta com ela "assim são as coisas".
The king Salomon's Mines
As Minas do Rei Salomão, publicado originalmente em 1885, é um best-seller escrito por Henry Rider Haggard, escritor vitoriano de aventuras e fabulista. O livro narra uma jornada ao coração da África feita por um grupo de aventureiros liderados por Allan Quatermain em busca de lendária riqueza que diz-se estar oculta nas minas que dão nome ao romance. É considerado o primeiro romance de aventura a se passar na África e é considerado o precursor do gênero literário "mundo perdido", em que se descobre um novo mundo, daí sua importância.Tornou-se um imediato best-seller. No final do século XIX, exploradores estavam descobrindo civilizações perdidas em volta do mundo, como o Vale dos Reis no Egipto, a cidade de Tróia, o Império Assírio. A África ainda era largamente inexplorada e "As minas de Salomão" foi o segundo romance de aventura africana publicado em inglês, capturando a imaginação do público. O primeiro foi Cinco Semanas em Um Balão, publicado em 1863 pelo escritor francês Júlio Verne.
O "Salomão" do título do livro é, claro, o rei bíblico renomado tanto por sua sabedoria quanto por sua riqueza. Um número de locais foi identificado como sendo o lugar onde estariam localizadas as minas de Salomão, incluindo Timna (pequena cidade no Iêmen) perto de Éilat, e muitos lugares "fictícios".
Haggard conhecia bem a África, pois havia penetrado no continente como um jovem de dezenove anos envolvido com a guerra Anglo-Zulu e a Primeira Guerra Bôer, as quais forneceram sua base e inspiração para esta e muitas outras histórias.
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Como "A Ilha do Tesouro", a maior parte do livro foi escrita com a perspectiva em primeira pessoa como em um diário de viagens, relatando a aventura, em contraste com a maioria das ficções vitorianas que tinha adotado a perspectiva em terceira pessoa, onisciente, favorecida por escritores influentes como Charles Dickens, Wilkie Collins e Anthony Trollope.
"As Minas de Salomão" foi bastante influente, originando o género "mundo perdido", seguido depois por Edgar Rice Burroughs em "A terra que o tempo esqueceu", "O mundo perdido" de Arthur Conan Doyle, "King Kong" de Edgar Wallace e "O homem que queria ser rei" de Rudyard Kipling.
O livro ganhou pelo menos quatro adaptações para o cinema. A obra homónima do escritor português Eça de Queiroz, mais que uma mera tradução, constitui uma obra com valor próprio.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Anoitecer
"É a hora em que o sino toca,que impregna o lajedo;
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